domingo, 5 de agosto de 2012

Um conto anarco-capitalista

Definitivamente era o dia mais feliz da vida do Seu Clóvis. Da noite para o dia, uma revolução acontecera no país. Cansado dos impostos e da opressão do Estado ineficiente e burocrático, o povo foi às ruas, derrubou todas as formas de governo e estatismo. Tudo aconteceu tão rápido que ele nem sabia explicar direito, mas na manhã seguinte, o Brasil era oficialmente o primeiro país do mundo a implementar totalmente o anarco-capitalismo.

Seu Clóvis era empresário, dono de um pequeno restaurante que mantinha com muito esforço, e sabia muito bem o que era viver sufocado pela mão pesada do Estado. Há tempos reclamava por um mundo onde não precisássemos de um governo impondo as suas regras e impostos arbitrários. Agora, ele tinha certeza que viveria no mundo dos seus sonhos, totalmente regido pelas relações privadas, guiado pela sabedoria da mão do mercado e pela justiça da livre concorrência. Ele acordou naquele dia feliz e, ao pisar fora de casa, o mundo já parecia outro.


Tudo era lindo, brilhante e colorido. Livres da opressão do estado, outdoors se multiplicaram exponencialmente em uma noite, e sem as ineficientes regulações sobre poluição visual, todos eles piscavam, giravam, projetavam luzes em muitas direções. A cena encheu o coração de Seu Clóvis de alegria. Enquanto se dirigia ao ponto de táxi, havia uma mocinha no meio da rua, linda, usando shortinho e um decote estonteante, com um microfone na mão e uma caixa de som, explicando para a população os benefícios do cigarro. Mas apenas o Marlboro, porque os outros davam câncer. Uma multidão de homens estava ao redor ouvindo.

"Meio suspeito isso", pensou Seu Clóvis,  mas não tinha problema. Ele tinha certeza que com a plena liberdade de expressão aquilo deveria ser verdade, pois se não fosse apareceria alguém ali contestando as informações, e a própria Lei de Mercado faria o trabalho de separar o certo do errado. Ele não se incomodou e entrou no táxi.

-"Rua das Couves, Restaurante Clóvis Buffet, por favor". O taxista sorri e, graças à maravilhosa eficiência do mundo sem Estado, chegou lá muito mais rápido que nos dias anteriores. Tudo que ele precisou foi cortar caminho por algumas ruas que, no mundo burocrático e litigioso de antes, eram contra-mão. Acabaram encontrando com alguns carros no caminho, mas tudo se ajeitou. Eles se espremeram de ladinho, subiram um pouquinho no passeio, e dividiram polidamente uma rua que antes era via única na visão deficiente do Estado regulatório. Ah, as maravilhas da liberdade privada!

Chegaram à porta do restaurante, Seu Clóvis tirou uma nota de vinte sem perguntar o preço. A corrida sempre dava por volta de 15 reais no caminho antigo, e agora, graças à livre concorrência, provavelmente estava bem mais barata, mas ele fez praticamente por hábito, quase rindo de si mesmo. O taxista, no entanto, respondeu:

-Desculpe, senhor, mas não estou mais aceitando reais.

-Hã? Como assim? - Seu Clóvis foi pego de surpresa.

-A partir de hoje, só aceito pagamento em Pepsi Points. É uma moeda muito mais interessante e eu ainda recebo uma comissão nas transações.

Seu Clóvis estava ao mesmo tempo maravilhado e surpreendido. A liberdade de mercado já estava agindo sobre o poder monopolista do extinto governo. No entanto, ele teve que admitir que estava desprevinido.

-Er... sinto muito senhor, acho que estou desprevinido. Não tenho Pepsi Points aqui.

O taxista foi rápido pra responder.

-Não se preocupe, eu tenho uma maquininha que os imprime. Sou autorizado pela Pepsi a fazer a troca de Reais por Pepsi Points. Por uma taxa de serviço, claro, de trinta por cento.


Trinta por cento. Ugh... Seu Clóvis achou um pouco pesado, mas com certeza era coisa de momento. Logo logo, a livre concorrência ia baixar o preço dessa conversão. Imaginando que ia precisar de mais dinheiro, ele converteu logo cem reais por 70 Pepsi Points, e tirou os dez para pagar o táxi.

Que felicidade! De quinze reais, o táxi saiu por apenas dez Pepsi Points! Isso com certeza era o efeito benéfico de livrar o mundo da mão pesada do Estado. Assim que desce do táxi, no entanto, algo surpreende. Seu restaurante está aberto, com luzes acesas. Que estranho...

O restaurante de Seu Clóvis era um negócio familiar. Apenas ele, a esposa e um filho trabalhavam, mas enquanto ele vai entrando, percebe dois garçons totalmente estranhos, parados, de pé. Um deles parecia muito jovem, catorze ou quinze anos talvez.

-Bom dia senhor, bem vindo ao Clóvis Buffet. O senhor gostaria de conferir o menu?

 Seu Clóvis estava um pouco estarrecido. Eram quinze pras sete da manhã, a hora que ele ainda chegaria para limpar tudo, e começar os preparos pra abrir às dez e meia. E havia dois funcionários completamente estranhos ali. Será que o livre mercado já tinha avançado tanto que os funcionários já estavam oferecendo amostras grátis do seu serviço na esperança de serem contratados?

-Não meu filho, eu sou o dono aqui...

Dessa vez foi o garoto-garçon que olhou estranho. Ele ficou um pouco perturbado, então fez um sinal pra outro homem, este estava lá no fundo, perto da cozinha. O homem veio andando na direção dos dois.

-Senhor Dagoberto, - disse o funcionário mirim - este senhor está dizendo que é dono desse restaurante.

O homem olhou Seu Clóvis com um ar de desdém, e respondeu sem pressa:

-Desculpe, meu senhor, deve haver algum engano. O Clóvis Buffet é meu restaurante desde a noite passada.

-Está maluco? - Seu Clóvis ficou furioso - Esse restaurante é meu há mais de vinte anos! Eu ralei muito pra conquistar isso aqui, paguei caro pelo ponto, tudo mais! Tenho toda a documentação certinha!

-Que documentação? - A cara do Senhor Dagoberto era quase de deboche.

-Registros, escrituras, notas fiscais.... ops... 

Seu Clóvis gelou. Eles estavam num mundo livre agora. Nada daquilo tinha mais valor. Eram produtos ultrapassados de um mundo estadista retrógrado. E agora, como ele faria pra defender sua propriedade? Ele estava tremendo, mas tinha certeza que o seu mundo dos sonhos tinha uma solução perfeita para isso...

-Bem... acho que vamos ter que procurar um.... tribunal.... privado.... pra solucionar essa questão. - Foi a sua resposta, meio hesitante.

-Perfeitamente. - O Senhor Dagoberto respondeu sem demora. - Minha esposa acaba de abrir um tribunal privado na gargem lá de casa. Já estou chamando ela pra vir aqui decidir a questão.

-Sua esposa? Está maluco, homem? Acha mesmo que eu vou aceitar a decisão dela? - Seu Clóvis estava furioso agora, já não conseguia mais esconder de si mesmo.

-Acha o quê? Que eu vou aceitar a decisão injusta de um tribunal de burocratas escolhidos por um governo? Você quer o quê, a volta daquele estadismo pernicioso? Não senhor, estamos numa sociedade livre agora, eu não sou obrigado a aceitar a decisão de um tribunal que não seja da minha confiança!

-Mas... isso é um disparate! - Seu Clóvis pegou o celular na mão - É roubo!!!! Eu vou ligar pra polícia imediatamente!

-Que polícia? - Dagoberto cruza os braços, enquanto faz um sinal para o funcionário mirim. - Daniel, ligue para a LifeGuard S.A. pra mim, por favor. Diga que estou com um causador de problemas aqui.

Daniel liga o telefone e em menos de 4 minutos a empresa de segurança particular estava no restaurante. Ah, a maravilhosa eficiência do mundo privado... quatro homens muito grandes e fortes entram no restaurante segurando grandes porretes de madeira na mão. Não, não eram cacetetes, eram porretes mesmo. Eles aplicam uma surra homérica no Seu Clóvis, ali mesmo, até ele cair no chão, quase desmaiado, com dentes e sangue se espalhando pelo chão do restaurante.

Quando ele não conseguia mais se levantar, os brucutus páram a surra, e ficam parados, em volta dele, de braços cruzados. Mais que a dor física, Seu Clóvis estava ardendo por dentro, vendo sua vida inteira ser tomada à força, assim, sem nenhuma possibilidade de resistência nem niguém que o defenda. Com a pouca energia que lhe resta, ele vai se arrastando para a porta, pronto pra desistir do restaurante que levou a vida inteira pra construir.

Dagoberto, no entanto, o interrompe.

-Onde você pensa que vai?

-Embora... - Seu Clóvis fala com a boca inchada e os poucos dentes que lhe restam.

-E acha que vai saindo assim?  - Dagoberto se coloca em frente à porta. - Sabia que empresas de segurança privada não são de graça? Eu vou ter que pagar por essa chamada, e pelo contrato que tenho com a empresa, eu posso transferir a cobrança para você.

Seu Clóvis dá um longo e dolorido suspiro. Ele nem tenta argumentar nada, apenas enfia a mão no bolso e tira todo o dinheiro que lhe resta, entregando ao novo dono do restaurante.

-Mas o que é isso? Pepsi Points? Você é tão abusado nem se deu ao trabalho de ler a placa na entrada? Aqui neste restaurante nós só aceitamos Nokia Credits. Pelo visto você é tão vagabundo que não tem como pagar... A LifeGuard vai ter que ir até a sua casa confiscar os seus bens.

Naquele dia, enquanto era levado pelos brucutus na viatura privada, para ter seus bens confiscados, Seu Clóvis não conseguiu deixar de admitir pra si mesmo que, lá no fundo da sua consciência, havia um pedacinho de si que sentia saudade daquele estatismo pernicioso e monopolista...

28 comentários:

  1. Esquerdista esquerdando, pare de esquerdar, esquerdoso!

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  2. A ideia do anarco-capitalismo é que as pessoas em comunidade vão se organizar e montar suas regras de bens comuns e privados, mas sem um estado regulamentador. O que não significa que haverá um caos própriamente dito nem leis bloqueando o mercado. Acho que alguma ideia foi vista de ângulo errado para resultar nesse texto.

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  3. Vão dizer que principios basicos do libertarianismo foram desrespeitados... ao que respondo: vão se queixar a quem? Ao Papa, sou livre para aceitar e fazer o que quiser.

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  4. A historia ja provou mil vezes que esta ideia é errada, inocente e impossível ao atual estágio da espécie. Talvez no ano 125.036...

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  5. Qualquer semelhança ou parecência com o filme "Idiocracy" terá sido mera coincidência.

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  6.  Texto
    extremamente mal escrito. Engraçado que quem faz críticas ao
    anarco-capitalismo não se deu ao trabalho de ler nada sobre o mesmo.
    Assume de forma hipócrita que o estado atual funciona perfeitamente bem
    (o que é uma mentira deslavada) e tenta achar pêlo em ovo. Antes de fazerem uma crítica ao anarco-capitalismo, por que não criticam o sistema estatal atual?
    Que tal começar com a falácia dos direitos positivos, direito à saúde,
    educação, moradia, transporte, segurança e bla bla bla. E questionem
    também o fato de que um direito positivo implica em obrigar alguém a se
    sacrificar por terceiros para garantir tal direito, ou seja, vão
    arrancar dinheiro do seu bolso para entregar a terceiros... não vejo
    NINGUÉM questionar isso. Sim, podem criticar o que bem
    entenderem (é um direito de todos), mas olhem para o próprio umbigo
    ANTES. O sistema estatal que muitos aqui defendem não funciona e vocês
    fazem vista grossa. No meu dicionário isso se chama hipocrisia.
    Só para ajudar: no Brasil temos 50 mil homicídios por ano, 92% não são
    resolvidos. A maior milícia é o Estado, a justiça é lerda, comete
    inúmeros erros, corrupção grassa, a polícia mata inocentes e as leis
    estão abaixo do ânus e ainda assim alguns dizem: "eu defendo o estado".
    Você defende o quê? Você sabe o que defende? Você não defende nada...
    apenas se acomoda no Status Quo e ainda atrapalha quem propõe soluções
    de fato viáveis e muito mais condizentes com a LIBERDADE. Mas é
    dificil discutir sobre liberdade em um mundo em que pouca gente preza
    pela liberdade. Vocês acham que possuem alguma liberdade? Você possui a
    "liberdade" de ser escravo do Estado, ou seja, trabalhar 5 meses por ano
    apenas para pagar impostos (e ainda se prestar a esse papel ridículo de
    defender o mesmo). No final os estatistas são apenas inocentes
    úteis. Chega a dar pena ver as pessoas acomodadas, felizes pela
    condição medíocre em que se encontram. Parece que não possuem ambição. É
    como ser feliz por viver acorrentado. Deixo 2 vídeos para quem quiser refletir: http://www.youtube.com/watch?v=Cluxqjtdpr0 http://www.youtube.com/watch?v=MIPq6L5GbGQ

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  7. Este texto não tem nada haver com sociedade libertária, a idéia de pepsi point, nokia point é pura besteira. O dinheiro continuaria existindo, as leis continuariam existindo, os tribunais continuariam existindo e seriam feitos por pessoas com conhecimento para isto. Resumindo, este texto aborda uma sociedade doida, completamente sem sentido, a onde qualquer um pode fazer o que quizer. Em um mundo regido muito mais pelo mercado do que pelo estado, teriamos apenas um estado mínimo, ou seja, uma sociedade a onde o estado forneceria o básico e não encheria de regras idiotas o mercado, permitiria que o mesmo pudesse ajir de maneira tranquila e livre.

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  8. Vejo ateus compartilhando esse texto mas eles nao se dao conta que o que esse texto faz e' a mesma coisa que os religiosos fazem quando falam que ateus nao podem ter principios morais

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  9. E quem me obriga a obedecer as regras? Quem me obriga a comparecer a um julgamento ou sequer a aceitar um veredito? Quem proíbe o "Comando Vermelho" ou o "PCC" de praticarem suas atividades formalmente? Quem me obriga a respeitar a propriedade privada alheia?

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  10.  Cuidado... "ateus podem ter princípios morais" é muito diferente de apostar sua vida inteira confiando que "TODO ateu tem princípios morais".

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  11. Pode ser uma bela piada, mas esse conto é não é anarco-capitalista. No Capitalismo tem de ter regras claras para o próprio funcionar, senão é um estado 100% anarquista (chega a ser pífio esse conto como exemplo). Me admira tu, que gostas de combater os religiosos que tem exemplos tão frágeis sobre a fé deles. Esse foi bem fraquinho ...

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  12. Daniel, embora saiba que você se julga uma pessoa racional, não pude deixar de notar no tipo de argumentação que você usa. Não fez nenhuma crítica ao texto, e usou de Espantalhos o tempo todo. O texto sugere que o mundo seria bem pior se não houvesse estado. Pouco importa o reconhecimento de que o nosso Estado tem problemas... O texto nunca disse que não há problemas com a nossa organização política. Ao invés de fazer um crítica ao texto e seus erros, prefere "mandar do autor estudar". Nossa! Como isso me lembra os debates que já tive com religiosos!

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  13. Eu acho que haveria um caos no inicio. Saques e tudo mais. Depois refundaríamos o estado. Não tem jeito... o estado é necessário.

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  14. Eu acho que acreditar que podemos viver sem uma organização política com algum tipo de poder coercivo, também um exercício de fé ainda maior.

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  15. Sim, mas estado mínimo não é anarcocapitalismo.

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  16. O texto é todo baseado em falsas premissas. Como foi dito por outro, se você aceita a ideia de capitalismo, aceita a ideia de propriedade privada e regras, trocas voluntárias.

    A maior inverdade é achar que capitalismo só pode existir com a existência de estado. É muito simples derrubar o texto apenas apontando isso, não preciso nem me esforçar muito.

    Agora eu não vou ficar aqui redigindo longos textos para um blog que nunca ouvi falar na vida... prefiro responder em vídeo.

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  17. "Como foi dito por outro, se você aceita a ideia de capitalismo, aceita a ideia de propriedade privada e regras, trocas voluntárias."Regras? Tipo Lei? E quem é o garantidor desta lei? Não seria alguma espécie de poder poder público? Se sim, o que esse poder publico deferência do conceito de estado?

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  18.  Não. Mas em vez de explicar tudo aqui, recomendo o livro Teoria do Caos de Robert Murphy disponível no portal libertarianismo.org. Os do Rothbard e David Friedman também são úteis. Se quer entender, leia.

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  19. Fulano dos Martelos6 de agosto de 2012 20:38

    Alguns leitores parecem revoltados ao lerem o conto. Mas é só um conto, "uma obra de ficção. Cria um universo de seres e acontecimentos de ficção, de fantasia ou imaginação. Como todos os textos de ficção, o conto apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo" (vide http://goo.gl/JgvvD).

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  20. Eu já percebi quando a pessoa não tem uma boa resposta, ela manda a pessoa ler textos sobre o assunto. Começo a desconfiar que se trata de uma forma de fuga, pois quando a pessoa tem uma resposta que destrói por completo a tese da outra pessoa, ela geralmente tem o prazer de expor o argumento equivocado e corrigir essa pessoa publicamente. Eu aceito a idéia de miniarquia e estado mínimo... são pelo menos teoricamente funcionais. Mas você parece radicalizar a questão ao ponto do non-sense, ignorando fatos basicos sobre as sociedades humanas.

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  21. E há gente por estes longínquos pampas da internetêretchetchetche que crê ter uma admirável e infindável capacidade em argumentar e derrubar proposições usadas por quem/a quem põe-se de forma contrária à suas respectivas reflexivas e motherfuckers ideias (que se a sociedade absorvesse e entendesse a linha de raciocínio proposta, o mundo realmente iria mudar para melhor).

    Não precisamos de formas de pensamento! Cada um possui a própria, e o ego de cada ser humano não possui o dom de reconhecer a derrota e buscar principalmente a verdade objetiva.
    Brindemos a felicidade, com menos palavras e mais gestos!

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  22. Ah... para ÔÔÔ!   O desenvolvimento da humanidade surge do embate de idéias. A discussão, a controvérsia é coisa boa. Eu quero mais palavras, que geram mais gestos e permitem aceitar as diferenças.

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  23.  KKKKKKKKKKKKKKKKKK. Daniel Fraga fugiu do debate. Os videos dele são todos feitos com script mesmo, quero ver falar na cara dura.

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  24. vao ler o imstituo vom mizes cara.. af. poha comuna fdp do caraio te odeio boboca soh fica usando falacias vai ler o mises e aprender oq e economia, troxaum

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  25. Meu esse texto é tão tendencioso que me lembra até certos textos religiosos fazendo de tudo para te levar para o caminho de deus.

    Eu acho que seria legal um  debate com daniel fraga? se você realmente tem argumentos a favor do estatismo não há motivos para não haver o debate. o que você acha?

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  26. vendo
    a discurssao, é visivel como eles nao tem argumento, os minarquistas
    tem, mas os anarcomiguxos nao tem o menor argumento só falar "mas sera
    baseado em regras capitalistas", a questão aqui é como fazer aplicar
    essas regras sem um estado seus ingenuos, como o que tem mais força nao vai levar vantagem, mas para provar como os anarcocapitalistas sao ingenuos e vivem fora da realidade eu vou perguntar: "O que voces acham de mulheres ciumentas e paranoicas possuirem armas quimicas de destruição em massa?"

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  27. heheeh não tinha lido esse daria uma ótima dramatização no porta dos fundos ou parafernalha

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  28. Manoel Machado Henriques17 de março de 2014 12:25

    Já vi algo parecido no "The Family Guy".... Vale a pena dar uma olhada... rsrsrs

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