terça-feira, 26 de abril de 2011

Estratégias corporativas de cada religião

Assim como no mundo corporativo, os fiéis de cada religião têm estratégias diferentes para chegar ao paraíso. Se o céu fosse uma empresa, o que cada um deles faria para conseguir sucesso no mundo corporativo sagrado? Confira!



Católicos - Burocracia

Você deve seguir ao pé da letra os rituais e procedimentos, decorar as 50 orações corretamente, se confessar regularmente, cumprir as obrigações de cada data religiosa, tudo carimbado em três vias. Então um dia o encarregado do departamento das admissões vai verificar a papelada e decidir se você será aceito.


Espíritas - Meritocracia

Faça muitas boas ações, ajude os necessitados, trabalhe pra caridade, mude o mundo pra melhor, mostre serviço. Uma hora ou outra, seu esforço vai ser reconhecido e você vai ser promovido.


Evangélicos - Puxa saco


Não importam os procedimentos ou as boas ações. Tudo que você precisa fazer é bajular o chefe, trazer cafezinhos, elogiar tudo que ele fala, louvar, cantar, oferecer um presentinho de vez em quando, enfim, puxar bastante o saco do chefe pra se dar bem.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Mimimi você não pode generalizar!

"Geralmente as generalizações estão corretas"
(Clarion de Laffalot, filósofo contemporâneo)

Pra quem ainda não percebeu, o pesadelo.net é um blog feito para criar polêmicas e discussões acaloradas. Os posts aqui, intencionalmente, vão contestar coisas que são amplamente aceitas como "certas", "normais" e "boas", e tentar explorar um ponto de vista diferente, quase sempre da forma mais impactante possível.

Fatalmente, os posts vão cair em generalizações. Pra todo lado você vai encontrar afirmações do tipo "nerds gostam de games", "evangélicos pagam dízimo", "vovós são conservadoras" e "políticos são corruptos".

Eu não preciso que você me aponte pro fato que essas generalizações são generalizações. Eu sei disso, muito obrigado. Também não preciso que você conte a sua história especial de de como sua vovozinha era super moderna ou de quando você conheceu um marombeiro que fazia doutorado em filosofia.