quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Nintendo prepara 3 novos jogos para o segundo semestre de 2014

O mercado de games não fala em outra coisa senão o estrondoso lançamento de "Dr. Luigi", o aclamado jogo da Nintendo que está redefinindo a maneira como as pessoas enxergam os videogames de uma forma nunca antes vista.

O jogo, que foi lançado no finalzinho de 2013, foi declarado hors concours em todas as votações de Game of The Year, pois até as concorrentes reconheceram que seria covardia deixá-lo roubar o título de outros joguinhos feitos pelos estúdios inferiores como GTA e Last of Us.

Mas isso não impediu o enorme sucesso de vendas, e já é praticamente impossível encontrar alguma cópia do jogo ainda sobrando nas prateleiras. Segundo o especialita de mercado Joselino das Couves, "Dr. Luigi redefine completamente o gênero de jogos medicinais, inserindo a marca já tradicional da Nintendo, que é a jogabilidade perfeita, criatividade e inovação!"

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Teste de Personalidade

Para saber os traços principais da sua personalidade, responda as questões abaixo. Caso não haja uma opção exata, escolha a alternativa que mais se aproxima.


1. Como você gosta de ouvir música?
Sozinho(a) no quarto.
Na rua/em público, com fones de ouvido.
Na rua/em público, sem fones de ouvido.
Em festas/boates/locais próprios para dançar
Em trilhas sonoras de jogos/filmes.

2. Se você tivesse que escolher, onde teria nascido?
Numa cidade movimentada
Numa casa de campo
Numa ilha deserta

3. Qual a melhor parte do dia?
A manhã
A tarde
A noite

4. Quando um filme no cinema está chato, o que você faz?
Vou embora no meio da sessão.
Continuo assistindo pra não perder o dinheiro do ingresso.
Não costumo ir ao cinema.




sábado, 19 de outubro de 2013

Imóvel

Eu estou imóvel.

Essa é a melhor descrição. Imóvel. Até a respiração soa mais lenta, compassada. Minha voz é mais baixa e suave, o espaço entre as palavras é maior que o de costume. Não estou gritando ou chorando. Não porque eu seja mais machão ou sensato ou racional que qualquer outra pessoa, é apenas o jeito que eu funciono. Fui assim desde que nasci. Se alguém me olhar, vai achar que nada está acontecendo.

Minha tormenta acontece do lado de dentro.

As pernas apenas se movem. Andam pela casa em passos inúteis. Não quero chegar a lugar nenhum. Minha cabeça entende, minhas entranhas não. O andar é como um protesto, um ato de revolta do meu interior. Eu não posso ficar imóvel, eu preciso fazer algo!

Não há nada a ser feito.

De repente, todos os problemas do mundo parecem pequenos, insignificantes. Feministas. Beagles. Preços de videogames. Eleições, copa do mundo, crises de espionagem, a paz mundial. Nada disso importa. São apenas minúcias do mundo lá fora. Aqui dentro, apenas caos e tormenta.

Do lado de fora, um copo d’água.

O terceiro, ou o quinto. Não sei. Ele desce, e por alguns segundos aplaca a tempestade. E eu continuo imóvel. Imóvel, e andando. E digitando. Sendo indireto, porque a realidade de frente é mais dura. E dura é um eufemismo. A realidade é mais que dura. É imóvel.

Você está deixando este mundo.

Nessas horas, eu gostaria de ser dessas pessoas que completam a frase com “para um lugar melhor”. No fundo, no fundo, todo mundo sabe que é mentira, mas é uma mentira reconfortante. Não muda o mundo, mas acalma a tormenta. Eu só tenho o copo d’água. 

O quarto, ou o sexto.

E um cérebro. Um cérebro que diz que o que é iminente é o melhor. Pelo menos pra você. Que diz que a luta que continuam travando não vai te trazer mais felicidade, apenas prolongar seus momentos de dor. Um cérebro que diz que quanto antes, melhor.

Cérebro tolo e pueril.

Ele acha que pode acalmar a tormenta com razão e bom senso. As entranhas não aceitam a razão. As entranhas não se conformam com o melhor. As entranhas querem o que não pode ser.

Eu quero o que não pode ser.

A tormenta vai continuar.

Imóvel.

sábado, 12 de outubro de 2013

Minha Carta à Fran


Fran,

Acabei de ler uma "Carta  à Fran", onde tomei conhecimento do seu caso, e o modelo de carta me inspirou a escrever a minha também, porque o que eu tenho a dizer é um bocado diferente da Nathalia.

Numa história que parece se tornar cada vez mais comum, você e o seu namorado (ou o que seja) gravaram um vídeo durante o sexo, e esse vídeo, de alguma forma, "caiu na net". Como também tem se tornado comum, o que acontece em seguida é previsível. A internet se divide em dois grupos quase homogêneos - os que acham que foi "bem feito" e começam uma enorme campanha de bullying e os que acham que foi uma desgraça terrível na sua vida e iniciam campanhas de piedade e "apoio à Fran".

Se você está interessada em um humilde conselho de um ponto de vista diferente, aqui vai: Você deveria ignorar os dois grupos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Negro, aprenda como se comportar diante de um branco

Todos os dias, milhares de brancos são assaltados e agredidos impunemente nas ruas do Brasil, e as estatísticas mostram claramente que a maioria desses crimes são cometidos por negros e mestiços.

Infelizmente, as autoridades brasileiras não fazem nada para remediar a situação, e vítimas brancas são obrigadas a conviver com essa realidade diária de violência.

Você, negro, que está lendo esse texto, pode achar que não tem culpa disso, mas precisa reconhecer que numa sociedade onde os brancos sofrem esse tipo de agressão diariamente, eles têm plena razão de ficar desconfiados de você. Então é melhor você seguir essas dicas de comportamento quando estiver perto de um:

quinta-feira, 21 de março de 2013

Onde Estão as Estatísticas da Violência Doméstica Contra Homens?


A imagem acima gerou bastante repercussão nas redes sociais.

Além de dezenas de compartilhamentos, além do previsível apoio incondicional de sites machistas/masculinistas, aconteceu, naturalmente, a igualmente previsível onda de ódio que aparece toda vez que alguém comete a heresia de questionar as verdades inquestionáveis do feminismo.

 Muitas pessoas comentaram furiosas. Muitas acusações de machismo, de segregação, as tradicionais "é fácil falar sendo machinho de classe média"... repetidas vezes citaram a trágica história da Maria da Penha (a pessoa, não a lei). Repetidas vezes reafirmaram, como se já não estivesse na própria imagem, o quanto as mulheres sofrem com a violência doméstica no Brasil. Citaram a jurisprudência que permitiu a Maria da Penha (a lei, não a pessoa) ser usada para homens, como se fosse a maior novidade do mundo. No Facebook até uma imagem-resposta, que basicamente editava o último balão do diálogo, apareceu.

terça-feira, 19 de março de 2013

Distribuição de Renda no Brasil


Aconteceu então que, no último dia 15, eu resolvi traduzir esse vídeo aqui, que fala sobre o cenário da distribuição de renda nos EUA.

Entre as previsíveis discussões políticas sobre capitalismo, comunismo e outros assuntos que não pretendo abordar aqui, uma questão foi bastante válida e recorrente - como seriam dados similares no Brasil?

Felizmente, dados parecidos não são difíceis de conseguir. Na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o IBGE divulga dados estatísticos sobre a renda do brasileiro que, embora não seja exatamente a mesma coisa que riqueza(*), ajuda a enxergar um pouco melhor a situação por aqui.

Pegar os dados e juntar num gráfico não deu quase trabalho nenhum. Aqui está:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Se Afogando em Justiça Divina

Havia uma piscina e uma criança. Devia ter uns quatro ou cinco anos - não a piscina, mas a criança. Como é extremamente perigoso de acontecer nessas situações, a criança estava se afogando.

Ela se debatia. Tentava nadar, mas não conseguia, tentava gritar, mas só conseguia engolir mais água. Aos poucos, suas forças iam se acabando. Seu fim estava próximo.

Do lado de fora da piscina, quatro homens, incluindo o pai da criança, assistiam à cena sem fazer nada. Eles tomavam coquetéis sentados na mesa sob um guarda-sol, e discutiam calmamente os motivos que os levavam à passividade.

-Eu até poderia interferir – disse o primeiro – mas não tenho obrigação. Veja bem, eu não tenho nada a ver com isso. Eu não empurrei a criança pra água, ela entrou por seus próprios meios. Não tenho responsabilidade nenhuma pelo que está acontecendo com ela. Porque querem que eu resolva todos os problemas do mundo?

O segundo homem foi um pouco mais condescendente: